Menu

The Love of Sims 156

wristfriday9's blog

Konami Acerta Licença, Contudo PES 2018 Ficará Sem Euro 2018

Konami Acerta Licença, No entanto PES 2018 Ficará Sem Euro 2018


Olhe teu Facebook pelo smartphone prontamente e repare: quantos amigos estão de fato usando a atividade “Stories” (ou “Minha História”), que aparece no topo do aplicativo? Você irá ver que poucos aderiram ao “Stories”. ] desaparecer, ninguém vai perceber”, declara Felipe Wasserman, professor de marketing digital da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e CEO da startup PetiteBox. Lançada nas versões do app Facebook pra iOS e Android no encerramento de março desse ano, o “Stories” permite postar vídeos curtos, de até 10s, para que fiquem no ar temporariamente, apenas por vinte e quatro horas. Depois disso, estes filmes somem. Agradável, Elegante E Sustentável função havia sido lançada alguns meses antes em algumas redes sociais de posse do Facebook, como o Instagram e o WhatsApp.


Por conta disso, vários usuários acusaram a equipe de Mark Zuckerberg de roubar ideias do Snapchat, primeira mídia social de fato a gerar essa função. Assim como o Facebook, o WhatsApp recebeu atividade igual outras semanas antes e bem como teve recepção amarga. 20 Sugestões De Marketing Pra Micro E Pequenas Empresas em relação ao Instagram, não se podes expressar o mesmo. Na rede social de imagens, o “Stories” podes ser considerado um sucesso.


Ao indagar o modo de usuários e influenciadores digitais, a agência especializada em marketing digital Mediakix concluiu que as pessoas ficam 2 vezes mais tempo usando o “Stories” do Instagram que do próprio Snapchat. Dependendo Da Sua Linha De Negócios , se a atividade fora do Snapchat deu tão direito no Instagram, por que o “Stories” não pegou no Facebook?


O Vix falou com especialistas em mídias sociais para compreender o fundamento. “Stories”: por que deu errado? Cada rede social tem uma função comunicativa contrário. Isso significa que a mesma ferramenta no Facebook será encarada de forma diferente no Instagram, tendo como exemplo. Este detalhe, por si só, justifica por que um recurso dá certo bem numa rede social, e pela outra não. É o que argumenta o professor Eric Messa, professor e coordenador do núcleo de inovação e mídia digital da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado).


“No Instagram, o “Stories” é mostrado para expor o dia a dia das pessoas, os bastidores do dia a dia. É isto que os usuários querem visualizar no momento em que seguem alguma celebridade, por exemplo”, explica Messa. “Já o Facebook serve como vitrine social mais bem formatada, sem esse ar de imediatismo e de bastidores”. Ele conta que, após a popularidade do Snapchat, as pessoas passaram a usar mais o Instagram para ver perfis de celebridades do que ver as imagens dos amigos.


“A princípio, o Instagram era usado com finalidade de trocar assunto entre sua rede típico de amigos. Hoje ele tem sido utilizado com o intuito de seguir influenciadores digitais”, diz Messa. “Aí o modelo “Stories” tem êxito para sobressair estes bastidores, contudo não como vitrine social, por causa de se um usuário comete um defeito, tais como, não tem como editar”. “O que muda é que, no Facebook, você se comunica só com os seus amigos”, explica Felipe Wasserman. “Ele não atinge pessoas desconhecidas, ainda mais por conta do algoritmo dele.



Já em tão alto grau no Instagram quanto no Snapchat, cada um podes te escoltar, e você não necessariamente tem que escoltar de volta. Existe ali mais um viés de ídolo e de carinho ao ser do que existe no Facebook, e isto faz com que as interações sejam diferentes”. O respectivo Messenger, aplicativo de bate-papo do Facebook, também construiu uma versão do “Stories” que bem como não deu muito certo.



  • Serviços de clipping

  • 20/03/2018 às 14:47

  • 1 Outdoors eletrônicos

  • Não perceber a importancia do corrente de caixa zoom_out_map

  • Inbound Marketing X Outbound Marketing: Qual a melhor estratégia de vendas

  • 6 - Funções administrativas

  • Auxílio ás aulas do professor,



  • Isto visto que as pessoas costumam acessá-lo pra falar, e não descobrir novidades a respeito de elas. Para quê ver um vídeo de 10s de alguém quando o propósito é só saber se ela vai surgir atrasada numa comemoração ou no trabalho, a título de exemplo? “Você não acessa Facebook, WhatsApp ou Messenger para encontrar a verdade de pessoas desconhecidas. Vai para os grupos fechados que conhece”, acrescenta Wasserman. Em abril do ano anterior, Mark Zuckerberg afirmou que nos próximos 5 anos o filme seria a principal ferramenta de intercomunicação do Facebook.


    O “Stories”, no caso, é uma das muitas investidas em procura nesse objetivo. O vasto dificuldade, diz Wasserman, “é que o Facebook é generalista além da medida, e qualquer tentativa de direcioná-lo a um tipo de comunicação vai conceder problema”. Portanto mesmo, os especialistas chegaram a um consenso: a ferramenta “Live” (ou “ao vivo”) tem mais a acompanhar com a proposta do Facebook do que o “Stories”.


    “O “Live” vem ganhando bastante adesão, A Gravidade Do Marketing Digital Para Pequenas E Médias Empresas mais gente utilizando ele”, explica Messa. Ao gerar notificação para os seus amigos, o “Live” cria mais escolhas de interação dentro do Facebook, “além de realizar muito bem a função de imediatismo”, pontua Messa. “Dentro desta gama de probabilidades, o “Stories” fica sem significado.


Go Back

Comment

Blog Search

Comments

There are currently no blog comments.